sábado, 21 de maio de 2011
Amuleto
Do acaso não costumo saber
Não sei se você me dá sorte
Ou se a sorte me deu você
Um Doce
Do seu beijo, o paladar.
Da sua pele, o tom
De uns dias, como se afasta
De outros, como se aproxima
Nos minutos que não se importa
Nas horas que desmente o citado acima
De como divide o mesmo local
Mas só dá "oi" na hora do "tchau"
De quando me pergunta se é a preferida
Ou no mínimo a mais legal
De como pode dedicar um dia todo a mim
E no dia seguinte fingir que não o fez
És uma contradição dentro de si
Um charme a mais a se incluir
Mas o que gosto, além desse todo
É quando você sabe o que falar
E deixa um leve sorrisinho bobo
domingo, 1 de maio de 2011
Paraíso Astral
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Bem Loura ou Devassa?
O outro na cerveja, pimenta
E gordura não, carne suculenta
A do lado, com aquele olhar!
Pelo amor de Deus, me deixem ver o jogo do Ceará!
terça-feira, 12 de abril de 2011
O sorriso mais marcante.
sábado, 9 de abril de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
Sua Visão
sexta-feira, 11 de março de 2011
Coisa Quebrada
Pequenino, um fragmento.
Peguei rápido, sem temor,
No mesmo instante, gargalhei!
Gargalhei de sentir dor!
Encontrei, que engraçado:
Um estilhaço do nosso amor.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Cenário Perfeito.
Um beijo, uma glória
Ao ouvido um realejo
Desce o sol no horizonte
Tomado em plena fonte
Que nem era de desejo.
terça-feira, 8 de março de 2011
Pureza de Menina
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Mas Quá! Despertei!
Eu naveguei! Só em vão
Não encontrei
O amor que eu sonhei
Nos meus tempos de menino
Porém menino sonha demais
Menino sonha com coisas
Que a gente cresce e não vê jamais
Roberto Ribeiro
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Cordel de General.
Primeira página do jornal!
Hoje é que ninguém vai
Ler a coluna social.
Pronto em marcha, dois exércitos
Concentrados, por normal.
Diz valorizar a terra,
O primeiro General.
Se importa o segundo,
Só com seu vasto quintal.
Este, por completo cerca-se de
Protecionismo estatal.
Luto pelas baleias,
Pelos campos e livros
Luto pela futura
existência do ser-vivo
Por humildes que contrastam
Com a amargura dos altivos
Ele lá luta por nada,
Nem sequer um ideal.
Te amordaça com gravata
Só pelo tal capital
- discurso bem bonito
Do primeiro General.
Pera lá, mas vejam só,
O aquecimento global.
Sem hidrelétrica não
Ligariam o ar central
Se a florest'eu não abatesse
Que calor! Seria infernal.
O que eu proponho é futuro
É bem-estar social
Dedico à lã, secadora
Você pra moça, varal
- demasiado eloquente
Esse segundo General.
E todos, pois, se perguntam e
perguntar nunca fez mal
Na mentira cá utópica ?
Ou na verdade imoral?
Já estão mais se peguntando
Se cai chuva no aral.
Usei tanto "General"
Fui injusto com o quartel
Pois aqui na região
Chamam-lhes Seu Coronel
E por meu tempo de vida
Que não leiam esse cordel.